segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O bom samaritano
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
IRRESPONSABILIDADE COM A DENGUE EM PELOTAS
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
ONGs e Cadastro de Entidades Ambientalistas
Dentre as entidades que deverão ser cadastradas estão as organizações não governamentais, ONGs, e associações ligadas à área de proteção ambiental.
Para tanto essas deverão apresentar cópia do estatuto social atualizado e registrado; cópia da ata de posse da diretoria; cópia das atas das duas últimas reuniões da entidade, num prazo máximo de 60 dias anteriores á data do requerimento.
O registro no CAIAPAM, ou no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas – CNEA, são pré-requisitos para a participação de seus representantes no Conselho Municipal de Proteção Ambiental.
Seria razoável que as normas do CAIAPAM, de âmbito local, estivessem em consonância com as do CNEA, de âmbito nacional, pois seriam facilitadas as tratativas sobre assuntos ambientais entre a administração municipal e a federal.
A norma municipal, por exemplo, é ambígua, quando diz que deverão ser cadastradas no CAIAPAM as ONGs e associações ligadas à área ambiental, pois, em princípio, tudo pode ser considerado “ligado” à área ambiental.
Na norma nacional são consideradas entidades ambientalistas somente as ONGs que tenham como objetivo principal, no seu estatuto e por intermédio de suas atividades, a defesa e proteção do meio ambiente.
Deveria, também, ser exigida para registro no CAIAPAM a inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas – CNPJ, porque, além de certificar a organização, a inscrição no CNPJ já é necessária para apresentar projetos e pleitear recursos do Fundo Municipal de Proteção e Recuperação Ambiental.
Não são passíveis de cadastramento no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas, entre outras: as sociedades comerciais; os sindicatos, as associações de classe ou de representação de categorias profissionais; as instituições religiosas ou voltadas para a disseminação de credos, cultos, práticas e visões devocionais e confessionais; as entidades de benefício mútuo destinadas a proporcionar bens ou serviços a um círculo restrito de associados ou sócios; as escolas privadas dedicadas ao ensino formal não gratuito e suas mantenedoras.
É necessário rever as normas do Cadastro Municipal de Instrumentos e Atividades de Defesa Ambiental – CAIAPAM, para que, como consequência, o Conselho Municipal de Proteção Ambiental – COMPAM tenha uma formação representativa das entidades que lutam sèriamente pela defesa e proteção do ambiente.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Ministério Público, SQA e ECODUTO
Tal local é situado na Avenida Francisco Caruccio 468, pouco distante dos dois últimos focos encontrados em Pelotas do mosquito transmissor da dengue. Entre o ECOPONTO e os dois focos não existem barreiras físicas naturais ou artificiais.
O objetivo real do ECOPONTO era suprir de matéria prima uma fábrica de dutos, formados por pneus prensados, dutos estes que seriam destinados às redes de esgoto urbano.
A ideia inicial teria surgido num trabalho de pós-graduação, onde estava envolvido, entre outras pessoas, um funcionário da Secretaria da Qualidade Ambiental do Município de Pelotas. Este, posteriormente, formou uma empresa privada, a ECODUTO e Cia. Ltda., para fabricar os dutos que a Prefeitura de Pelotas iria utilizar.
Daí em diante, impulsionada pela propaganda público-privada, a ideia foi tida como uma proposta redentora do ambiente e aplaudida, tanto por políticos oportunistas, como por ingênuos (ou nem tanto) “ambientalistas”.
De repente, esvaneceu-se o empreendimento mirabolante, baseado que era em práticas que o simples bom senso rejeitaria, mas que também eram práticas ilegais, bem tipificadas na legislação (RESOLUÇÃO CONAMA Nº 416, DE 30 DE SETEMBRO DE 2009, que dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada, e dá outras providências).
Os envolvidos no ECOPONTO e aqueles que pretendiam lucrar com os fatos agem com uma irresponsabilidade assustadora, deixando seus atos um enorme risco para a saúde da população pelotense - o risco de uma epidemia de Dengue.
A 2ª Promotoria de Justiça Especializada, também em outubro de 2010, instaurou inquérito civil para investigar as irregularidades da empresa Ecoduto & Cia. Ltda.
sábado, 3 de setembro de 2011
Salão Mundial do Artesanato - de novo
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
SALÃO MUNDIAL DO ARTESANATO
É triste mas é verdade
A notícia abaixo foi publicada por diferentes meios de comunicação, tendo como origem, pelo que se lê, a Prefeitura Municipal de Pelotas:
http://www.jusbrasil.com.br/politica
Extraído de: Prefeitura Municipal de Pelotas - 30 de Agosto de 2011
Artesanato promete movimentar a Praça Cel. Pedro Osório
...A mostra tem o apoio da Secretaria de Cultura local (Secult) e deve reunir um público estimado em 60 mil pessoas, movimentando a economia, o turismo e a gastronomia local.
A visitação tem início dia 02 de setembro, no período compreendido entre as 12h e 20h, diariamente, encerrando-se no dia 11.
Fonte ASCOM
O pior é que é que a notícia em parte é verdadeira, há dias a praça esta ocupada por um grande toldo branco que impede o livre trânsito do público.
O decantado chafariz das nereidas está fora do alcance do olhar dos pelotenses e dos turistas, cercado, com apoio da PrefeituraMunicipal, por um grande tapume.
Não basta o Teatro Sete de Abril embargado e fechado, agora a Praça, um lugar que é de uso comum do povo, está ocupada por um evento particular de qualidade mais do que discutível e de objetivos puramente comerciais.
Além das notícias plantadas pelo próprio organizador do evento e por seus auxiliares do poder público, só é possível encontrar sobre o mesmo uma nota (depreciativa) no site http://smapelotas.wordpress.com/ .
Se não for feito nada para evitar este abuso ( e só quem tem defendido os direitos da população é o Ministério Público), em breve o Poder Público Municipal de Pelotas estará promovendo na Praça o “Salão Interamericano do DVD Paraguaio” ou o “Festival Interplanetário do Carro Usado Quase Zero”.
Obs.: O Diário Popular de 31 de agosto, não sei se sarcasticamente ou não (nele nunca se sabe), informou que parte do prometido movimento da economia e gastronomia locais causado pelo evento deve ser creditada ao possível aumento do faturamento do fotógrafo dos cavalinhos de brinquedo e do pipoqueiro do local...
